Faço nascer 2 rios em mim
Para poder descansar em paz
Acalmar esta dor que não tem fim
Que a nós os dois desfaz
Somos como um eterno monumento
Uma marca vigorosa de felicidade
Que dura mais que um momento
Mas desequilibrado pela saudade
As letras já não chegam para nós
Adoecidos somos por esta distância
Só me salva mesmo escutar a tua voz
Remédio viciante que me enche de ânsia
Arde em mim como um incêndio eterno
A vontade te acarinhar o teu ser
Tão intenso no verão como no inverno
Não há água que faça o desejo desaparecer
Agarra-me... Não me largues um segundo...
Ou caio de novo nos meus assombros...
Tu que és e sempre serás o meu mundo
Agarra-me... Ou fico reduzido a escombros...
A dor já é cada vez mais impossível de suportar...
Mas eu nunca te vou largar nem deixar de te amar...
Faz mais de um ano desde que me encantaste...
E muitos mais celebraremos, pois somos à prova de desastre
Lírica vermelha, social, conflituosa, introspectiva, preocupada, livre, patriótica, agressiva, gritada, dolorosa e apaixonadamente manufacturada.
quinta-feira, julho 19, 2012
domingo, julho 15, 2012
O lento processo de desvalorização do poder
Estamos desorientados numa falsa noção
De que o amor pelo poder é tudo
Ser mais que os outros é a visão
Que contamina o nosso mundo
E conhecemos assim a nossa condenação
À miséria e ao tormento mais profundo
O ouro é um desejo inquestionável
A justificação morre com a sua solicitação
Simplesmente raro, simplesmente cobiçável
Todos querem morrer numa dourada ondulação
Uma maré de luxo, uma maré miserável
Uma maré dourada, uma maré de desolação
E vivemos sempre sob a mesma depressão
Sem consciencializar a inutilidade do que é material
Continuamos a comprar sem encontrar satisfação
Somos possuídos pelo que possuímos, dor abissal
E a propaganda hipnotiza-nos através da televisão
Tudo o que não precisamos ter, mas achamos essencial
E quando a revolta crescer e sentirmos evolução
E rasgarmos todo o papel mágico e vomitarmos o cobre cunhado
Formaremos a mais raivosa e louca união
A mudança toca as primeiras notas de um hino agoniado
Já percorremos um longo caminho de ódio e de dor
Já vimos o cataclismo e aqui estamos ninguém nos dirá como
Períodos de caos cíclico e agora auto-induzidos
Como se fossemos de espécies diferentes querendo estabelecer a diferença
Destruindo o mundo, destruindo a nós próprios
Conformismo para com compromissos com que nos amaldiçoam à nascença
Eu não nasci para pagar a dívida de uma nação nem ninguém
Todos nascemos para ser felizes e ninguém tem o poder de nos negar
Faltam uns passos para completarmos esta corda sobre o abismo
Larguemos o passado, deixemo-nos envolver pela nossa evolução
A cobiça morrerá com a delinquência, nascerá a humanidade
Demasiada bondade para dar valor ao que é material
Os frutos do mundo pertencem a toda a existência
Acabam os interesses, o coração humano arde tudo o que é mal
O amor e o respeito serão a nossa essência
Venceremos o nunca visto, o rei lagarto celestial
O império reduz-se a pó... O lugar mais próximo da utopia que alguma vez conheceremos...
De que o amor pelo poder é tudo
Ser mais que os outros é a visão
Que contamina o nosso mundo
E conhecemos assim a nossa condenação
À miséria e ao tormento mais profundo
O ouro é um desejo inquestionável
A justificação morre com a sua solicitação
Simplesmente raro, simplesmente cobiçável
Todos querem morrer numa dourada ondulação
Uma maré de luxo, uma maré miserável
Uma maré dourada, uma maré de desolação
E vivemos sempre sob a mesma depressão
Sem consciencializar a inutilidade do que é material
Continuamos a comprar sem encontrar satisfação
Somos possuídos pelo que possuímos, dor abissal
E a propaganda hipnotiza-nos através da televisão
Tudo o que não precisamos ter, mas achamos essencial
E quando a revolta crescer e sentirmos evolução
E rasgarmos todo o papel mágico e vomitarmos o cobre cunhado
Formaremos a mais raivosa e louca união
A mudança toca as primeiras notas de um hino agoniado
Já percorremos um longo caminho de ódio e de dor
Já vimos o cataclismo e aqui estamos ninguém nos dirá como
Períodos de caos cíclico e agora auto-induzidos
Como se fossemos de espécies diferentes querendo estabelecer a diferença
Destruindo o mundo, destruindo a nós próprios
Conformismo para com compromissos com que nos amaldiçoam à nascença
Eu não nasci para pagar a dívida de uma nação nem ninguém
Todos nascemos para ser felizes e ninguém tem o poder de nos negar
Faltam uns passos para completarmos esta corda sobre o abismo
Larguemos o passado, deixemo-nos envolver pela nossa evolução
A cobiça morrerá com a delinquência, nascerá a humanidade
Demasiada bondade para dar valor ao que é material
Os frutos do mundo pertencem a toda a existência
Acabam os interesses, o coração humano arde tudo o que é mal
O amor e o respeito serão a nossa essência
Venceremos o nunca visto, o rei lagarto celestial
O império reduz-se a pó... O lugar mais próximo da utopia que alguma vez conheceremos...
terça-feira, julho 10, 2012
Inquisição
A chama arde vermelha
No teu corpo agoniado
A uma estrela se assemelha
Em cinzas o ser, em cinzas o pecado
No teu corpo agoniado
A uma estrela se assemelha
Em cinzas o ser, em cinzas o pecado
sábado, julho 07, 2012
Estilhançando o Mundo
O ar paira entre nós sujo e pestilento
Imunda locomoção excessiva e dispensável
Destruímos o planeta e aceleramos esse andamento
Estupidez e inconsciência puramente execrável
Lixo é o tapete que se estende para nós
Felicidade descartável e falta de valorização
Humanidade egoísta que num acto tão atroz
Polui o planeta sem a mínima reflexão
Observa a destruição a nível industrial
O nosso esgoto são as águas que bebemos
A produtividade e lucro num método irracional
É a serventia para todos cedo morrermos
Sentimos já o clima habitual a mudar
O tão conhecido aquecimento global
Tempestades vemos onde não deveriam estar
Mas só paramos na consequência fatal
Cada vez mais perto de estilhaçar o mundo
Numa atitude de desvalorização e auto-desrespeito
Parecemos querer o nosso fim num atraso mental profundo
E só vamos lamentar depois de todo o mal estar feito
Imunda locomoção excessiva e dispensável
Destruímos o planeta e aceleramos esse andamento
Estupidez e inconsciência puramente execrável
Lixo é o tapete que se estende para nós
Felicidade descartável e falta de valorização
Humanidade egoísta que num acto tão atroz
Polui o planeta sem a mínima reflexão
Observa a destruição a nível industrial
O nosso esgoto são as águas que bebemos
A produtividade e lucro num método irracional
É a serventia para todos cedo morrermos
Sentimos já o clima habitual a mudar
O tão conhecido aquecimento global
Tempestades vemos onde não deveriam estar
Mas só paramos na consequência fatal
Cada vez mais perto de estilhaçar o mundo
Numa atitude de desvalorização e auto-desrespeito
Parecemos querer o nosso fim num atraso mental profundo
E só vamos lamentar depois de todo o mal estar feito
terça-feira, julho 03, 2012
O teu encanto
Sou matéria orgânica deambulante
Um corpo, vida sem sentido,
Dor profunda e incessante
Uma locomotiva sem rumo, estou perdido...
Indiferença surge perante glórias
Sou dispensável no meio da multidão,
Não crio nem influencio reais histórias
Só um coração que bombeia inútil vermelhidão...
Mas a frustração de trovador inaudito
Padeceu perante forças mais intensas,
Turvas por injustiças deste mundo maldito
Que percutem no meu peito em rasgadelas imensas...
Sou apaixonado no vácuo da existência
Não se estende aqui luz nem ternura,
A estrela pretendida tem coberta a sua essência
Aqui a carícia não vem a passear a sua doçura,
Mas outrora em mim caiu e deixou saudade
Esse teu encanto que quero para toda a eternidade!
Espero o tempo que passe e que leve as nuvens que te cobrem nesse pódio...
Um corpo, vida sem sentido,
Dor profunda e incessante
Uma locomotiva sem rumo, estou perdido...
Indiferença surge perante glórias
Sou dispensável no meio da multidão,
Não crio nem influencio reais histórias
Só um coração que bombeia inútil vermelhidão...
Mas a frustração de trovador inaudito
Padeceu perante forças mais intensas,
Turvas por injustiças deste mundo maldito
Que percutem no meu peito em rasgadelas imensas...
Sou apaixonado no vácuo da existência
Não se estende aqui luz nem ternura,
A estrela pretendida tem coberta a sua essência
Aqui a carícia não vem a passear a sua doçura,
Mas outrora em mim caiu e deixou saudade
Esse teu encanto que quero para toda a eternidade!
Espero o tempo que passe e que leve as nuvens que te cobrem nesse pódio...
quarta-feira, junho 27, 2012
Amor ao Touro
A criatura corre livre
E na arena já condenada
Exibindo cada chifre
A nossa tradição acobardada
A espada é aplaudida
Expondo vivo sangue
A dor mantém a corrida
Estimulada, que o povo não se zangue
E "olé" saciados gritam
Honrando o sofrimento do touro
À crueldade e cobardia incitam
A coragem de antagonizar é ouro
Largai os touros sobre a escumalha
Sintam o sofrimento de anos
Falsa noção de valor se encalha
Execráveis perdidos ignóbeis tiranos
É triste e é real
Chamada valiosa tradição
Chamado amor ao animal
A nossa podridão espiritual
Um renegar da evolução
Uma cega sede de sangue de estupidez abissal
E na arena já condenada
Exibindo cada chifre
A nossa tradição acobardada
A espada é aplaudida
Expondo vivo sangue
A dor mantém a corrida
Estimulada, que o povo não se zangue
E "olé" saciados gritam
Honrando o sofrimento do touro
À crueldade e cobardia incitam
A coragem de antagonizar é ouro
Largai os touros sobre a escumalha
Sintam o sofrimento de anos
Falsa noção de valor se encalha
Execráveis perdidos ignóbeis tiranos
É triste e é real
Chamada valiosa tradição
Chamado amor ao animal
A nossa podridão espiritual
Um renegar da evolução
Uma cega sede de sangue de estupidez abissal
quarta-feira, junho 13, 2012
Um Astro a Morrer
E somos um astro envelhecido
Bombardeado com irónicas desilusões
Consequência de ser parte da vida
Pressionado para a mais fantástica das explosões
E frustrados reprimimos tudo
E crescemos em forma de tumor
E vendo o tempo passar malevolente e mudo
Esperamos o limite de nós para o fulgor
(A explosão que há de vir... Quando a insanidade surgir)
Perdidos na loucura
É a morte da estrela
A explosão que perdura
E nunca vou mais vou vê-la
O tempo não perdoa e até mesmo acaba
Sem prometer renascer e então nós
Enquanto o mundo lentamente desaba
Percebe quem ainda não percebeu, a existência é atroz
Procura a felicidade e encontra dor
Uma longa fila de espera inútil
Ou explode, sente o insano odor
O perfume de ultrapassar tudo o que é fútil
De propósito ineficazmente sistematizado
Porque é hipócrita a preocupação
Por um mundo feliz e saciado
Interessa enriquecer os príncipes da nação
E a nossa felicidade e consequente desilusão?
Somos um Universo tão colossal
E ao mesmo tempo um mísero electrão
De um ser superior de outra orbital
Somos nada mais que nada e sem saber tratados somos como tal
E a nossa felicidade só pode surgir imaterial
E triste é aquele que vê longe o que não é uma ambição tão excêntrica e descomunal
O único lugar onde poderia ser feliz e que o dinheiro não pode comprar
Os braços de quem promete uma vida inteira retribuir o seu amar...
O astro rebenta com toda a sua emoção
Grita catarticamente a sua esperança mutilada
Mas ninguém ouve a sua violenta explosão
Transforma-se e vê que é pouco mais que nada
Bombardeado com irónicas desilusões
Consequência de ser parte da vida
Pressionado para a mais fantástica das explosões
E frustrados reprimimos tudo
E crescemos em forma de tumor
E vendo o tempo passar malevolente e mudo
Esperamos o limite de nós para o fulgor
(A explosão que há de vir... Quando a insanidade surgir)
Perdidos na loucura
É a morte da estrela
A explosão que perdura
E nunca vou mais vou vê-la
O tempo não perdoa e até mesmo acaba
Sem prometer renascer e então nós
Enquanto o mundo lentamente desaba
Percebe quem ainda não percebeu, a existência é atroz
Procura a felicidade e encontra dor
Uma longa fila de espera inútil
Ou explode, sente o insano odor
O perfume de ultrapassar tudo o que é fútil
De propósito ineficazmente sistematizado
Porque é hipócrita a preocupação
Por um mundo feliz e saciado
Interessa enriquecer os príncipes da nação
E a nossa felicidade e consequente desilusão?
Somos um Universo tão colossal
E ao mesmo tempo um mísero electrão
De um ser superior de outra orbital
Somos nada mais que nada e sem saber tratados somos como tal
E a nossa felicidade só pode surgir imaterial
E triste é aquele que vê longe o que não é uma ambição tão excêntrica e descomunal
O único lugar onde poderia ser feliz e que o dinheiro não pode comprar
Os braços de quem promete uma vida inteira retribuir o seu amar...
O astro rebenta com toda a sua emoção
Grita catarticamente a sua esperança mutilada
Mas ninguém ouve a sua violenta explosão
Transforma-se e vê que é pouco mais que nada
terça-feira, maio 29, 2012
Spiritual Retreat
Search in yourself
Introspection, find the answers
Hide yourself from this decaying world
Isolate in the woods
Find peace of soul
Burn with resolve
For salvation and sanity
So fragile, so bright
A bright world outside
But rotting soil beyond
Rotting skyes, th smell of death
Impurity on society's core
Cancer in the air
And the atmosphere is equal everywhere
I'm here, I'm dying
I'm running away
But each day I'm closer to the venom...
Follow the patterns
I hide my self alone
And I know and it hurts to know
Looking into this hopeless world
Someday we'll even crush the stars...
Introspection, find the answers
Hide yourself from this decaying world
Isolate in the woods
Find peace of soul
Burn with resolve
For salvation and sanity
So fragile, so bright
A bright world outside
But rotting soil beyond
Rotting skyes, th smell of death
Impurity on society's core
Cancer in the air
And the atmosphere is equal everywhere
I'm here, I'm dying
I'm running away
But each day I'm closer to the venom...
Follow the patterns
I hide my self alone
And I know and it hurts to know
Looking into this hopeless world
Someday we'll even crush the stars...
sábado, maio 19, 2012
Caído num planeta Moribundo
Só senti a colisão na Terra
Reconheci-a pelo cheiro a morte
Vim da utopia onde a perfeiçao se encerra
Mas acabou-se aqui a minha sorte
Como luxo vi a felicidade e prazer
Tal contava-se como lenda no meu mundo
Este é um lugar onde a miséria e o sofrer
Se encontra num nível tão profundo
Vejo as pessoas roer a carne dos ossos
Numa procura pela mais ínfima alegria
Procura de contentamento em destroços
Um motivo para desperdiçar oxigénio mais um dia
E são tantos os tumores que aqui se erguem
E os que têm as unhas sujas de ouro
São os que este antro de miséria regem
E tal Europa Medieval me olham mouro
Um selvagem vindo de outro mundo
Dotado de uma filosofia tão superior
Permitam-me a arrogância planeta moribundo
Mas este é um lago imundo de puro horror
Reconheci-a pelo cheiro a morte
Vim da utopia onde a perfeiçao se encerra
Mas acabou-se aqui a minha sorte
Como luxo vi a felicidade e prazer
Tal contava-se como lenda no meu mundo
Este é um lugar onde a miséria e o sofrer
Se encontra num nível tão profundo
Vejo as pessoas roer a carne dos ossos
Numa procura pela mais ínfima alegria
Procura de contentamento em destroços
Um motivo para desperdiçar oxigénio mais um dia
E são tantos os tumores que aqui se erguem
E os que têm as unhas sujas de ouro
São os que este antro de miséria regem
E tal Europa Medieval me olham mouro
Um selvagem vindo de outro mundo
Dotado de uma filosofia tão superior
Permitam-me a arrogância planeta moribundo
Mas este é um lago imundo de puro horror
quarta-feira, maio 16, 2012
Tenho saudades tuas...
Esses poderosos não cegantes raios de sol
Que são o teu o brilho que trascende a ciência
Sinto falta deles e assim passo fraco e mole
Envolvem-me de saudade, desejo e carência
É um vício delicioso e tão saudável
Um abrigo e conforto que encontro nos teus braços
Uma troca de energia sincera e tão amável
Um repertório de carinho e de amassos
E passo a tarde quente e seca de Maio
Com o teu ser aprisionado no meu pensamento
E em recordações sinto o teu toque de soslaio
E só me dá mais saudade, desejo e sofrimento
Mas eu sei que nunca estou sozinho
Pois mesmo nesta embarcação distante
Ainda consigo sentir-te um bom bocadinho
E a minha vida torna-se perfeita e jubilante
Um dia tudo isto passará como um pesadelo
Os meus instintos e paixão conduzir-me-ão para ti
Vivo o trajecto da minha vida sem temê-lo
Pois sei que terei o teu olhar mesmo aqui
O teu olhar e toda a graça da tua criatura
Esse lindo recipiente que trasporta a tua alma
Igualmente linda tão graciosa e pura
Que ao sentir perto de mim tanto me encanta e acalma
Eu tenho tantas, mas tantas saudades tuas
E espero o dia em que as nossas almas não sejam duas
Mas uma só... Perdidas por completo...
Perdidas por completo na felicidade e afecto!
Que são o teu o brilho que trascende a ciência
Sinto falta deles e assim passo fraco e mole
Envolvem-me de saudade, desejo e carência
É um vício delicioso e tão saudável
Um abrigo e conforto que encontro nos teus braços
Uma troca de energia sincera e tão amável
Um repertório de carinho e de amassos
E passo a tarde quente e seca de Maio
Com o teu ser aprisionado no meu pensamento
E em recordações sinto o teu toque de soslaio
E só me dá mais saudade, desejo e sofrimento
Mas eu sei que nunca estou sozinho
Pois mesmo nesta embarcação distante
Ainda consigo sentir-te um bom bocadinho
E a minha vida torna-se perfeita e jubilante
Um dia tudo isto passará como um pesadelo
Os meus instintos e paixão conduzir-me-ão para ti
Vivo o trajecto da minha vida sem temê-lo
Pois sei que terei o teu olhar mesmo aqui
O teu olhar e toda a graça da tua criatura
Esse lindo recipiente que trasporta a tua alma
Igualmente linda tão graciosa e pura
Que ao sentir perto de mim tanto me encanta e acalma
Eu tenho tantas, mas tantas saudades tuas
E espero o dia em que as nossas almas não sejam duas
Mas uma só... Perdidas por completo...
Perdidas por completo na felicidade e afecto!
Subscrever:
Mensagens (Atom)